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Brasil-EUA: acordos assinados por Trump não devem ser rompidos.

Atualizado: 3 de mai. de 2021


O acordo firmado pelo ex-presidente Donald Trump (Partido Republicano) sobre as relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos não deve ser prejudicado pelo atual presidente Joe Biden (democrata).


Os interlocutores acreditam que já foram realizados encontros em diferentes níveis entre os dois governos e, até o momento, o relacionamento com o governo Biden é considerado "bom".


Segundo fontes do Itamaraty, não há indícios de que o acordo firmado por Trump será revisto por Biden.


Um dos acordos é promover o comércio por meio da redução da burocracia nos procedimentos aduaneiros. O texto do acordo tem três anexos, abrangendo a facilitação do comércio e a cooperação aduaneira, boas práticas regulatórias e medidas anticorrupção. No primeiro projeto, prevê-se a adoção de medidas para desburocratizar os trâmites de importação e exportação de bens e serviços entre os dois países.


Meio Ambiente

Membros da política externa brasileira já estão esperando e se preparando para mais diálogo no grupo de trabalho de questões ambientais entre Brasil e Estados Unidos. A organização já existe, e o governo dos Estados Unidos afirmou repetidamente que essa questão é uma das principais prioridades.


Acordo Mercosul x UE

A previsão é que ainda este ano seja assinado o Acordo do Mercosul com a União Européia, que representa cerca de 25% da economia mundial e um mercado com 780 milhões de habitantes. Em seguida, entrará na fase de aprovação parlamentar.


O acordo de livre comércio eliminará as tarifas de importação de mais de 90% dos produtos comercializados entre os dois blocos. Para produtos que não cancelaram tarifas, cotas preferenciais de importação serão implementadas com tarifas reduzidas. O procedimento de abolição das tarifas difere para cada produto, podendo levar até 15 anos a partir da entrada em vigor da parceria intercontinental.

Torun

09/02/2021


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