Fraudes no pagamento do auxílio emergencial prejudicaram mais de 20 mil pessoas no país.

Atualizado: 1 de mai. de 2021


Durante a pandemia Covid-19, mais de 20.000 pessoas foram prejudicadas por pagamentos fraudulentos para assistência de emergência. A informação foi divulgada pela Polícia Federal (PF) em entrevista coletiva nesta quinta-feira (18) .O conteúdo envolve ações de combate a esses crimes, ocorridas pela manhã, e envolveram apenas as vítimas do plano investigado. Quem tiver os benefícios roubados deve ligar para a Caixa.


Segundo o delegado Cleo Mazzotti, o prejuízo é de cerca de R$ 15 milhões nesta fase da operação.


Aproximadamente 50 pessoas na Cidade de Minas foram investigadas por atividades fraudulentas, das quais 20 na região metropolitana. Nesta quinta-feira, foram realizadas 66 buscas e mandados de apreensão em 39 cidades do estado, e mais sete buscas e mandados de apreensão na Paraíba, Tocantins e Bahia. Ninguém foi preso.


A operação “Terceira Parcela” envolvendo mais de 200 polícias é uma continuação de duas outras operações lançadas pela Polícia Federal no ano passado. Em 10 de novembro, foi realizada a operação da "primeira parcela" nos estados da Bahia, São Paulo e Tocantins. Foram realizadas dez buscas e mandados de apreensão e quatro pessoas foram presas. No dia 10 de dezembro, no “segundo lote” de operações, a Polícia Federal enviou uma equipe a 14 estados para apurar fraudes no atendimento emergencial.


“Essa é a operação mais expressiva no combate a fraudes no auxílio emergencial. Os prejudicados são famílias sem renda que infelizmente tiveram seus benefícios retirados por organizações e grupos criminosos no momento de maior fragilidade”, falou Rezende.


“É preciso destacar que as investigações são contra essas organizações e não contra aquele indivíduo que preencheu os dados de forma incorreta e recebeu indevidamente. Esses devem procurar a Caixa para devolver o valor e não serem confrontados pela Justiça”

Torun

19/02/2021